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Salmo 127

1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.

2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem.

3 Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.

4 Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade.

5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Rússia: meninas de 11 anos treinam com fuzis e granadas em escolas





A tradição militarista da Rússia parece garantida por várias gerações. Escolas militares no maior país do mundo estão deixando meninas de 11 anos íntimas de fuzis, pistolas e granadas.

Um dos centros de treinamento patriótico se dá nos arredores de Moscou. Lá, acredita o premier Vladimir Putin, será forjado um novo modelo de cidadão para a nova Rússia. E ele deve ter motivos de sobra para estar confiante: exemplo de dedicação, a aluna Nastya Grechyshnikova, de 11 anos, ficou em êxtase ao manipular um fuzil AK-47 pela primeira vez.

"Ele é muito pesado. Preciso deixar os meus braços mais fortes e fortalecer os músculos para usá-lo. Preciso de dois dedos para puxar o gatilho", contou a filha de policial, conforme reportagem do "Sun".






Muito do êxtase de Nastya, que não viveu o clima sombrio da Guerra Fria, vem da recente vitória russa no conflito contra a Geórgia. Putin espera capitalizar o triunfo, incentivando o recrutamento e a lapidação de novos líderes. As meninas são escolhidas depois de testes rigorosos. Na escola, além de se tornarem experts em armamentos, as alunas são treinadas duramente em autodefesa e no combate a terroristas. Maquiagem é proibida; celular só uma vez por semana, para que elas falem com os pais - geralmente para contar suas façanhas com fuzis Kalashnikov e pistolas Makarov.

"Alguns veteranos da Segunda Guerra vieram nos ver recentemente. Eles estavam interessados em conhecer o que estamos estudando e nos contar sobre aquele período. Os alemães não tinham piedade de ninguém, nem de crianças, mulheres e idosos. Não quero que isso aconteça de novo", disse Nastya.

Impressionante. Como diria Renato Russo: o futuro não é mais como era antigamente.




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