Ministério Publico Militar

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Salmo 127

1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.

2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem.

3 Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.

4 Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade.

5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Chávez contrabalança as aquisições do Brasil?

O presidente Chávez detalhou neste domingo no seu programa semanal “Alo Presidente” as compras de armas feitas na sua oitava visita a Rússia.

A lista de compras inclui 92 carros de combate T-72. E mais importante o sistema de foguetes solo-solo SMERCH e o sistema de defesa aérea com radares e mísseis S-300 da empresa russa Antey.




O sistema SMERCH com foguetes de 300mm de diâmetro tem um alcance de 90km, superior a munição SS-80 do ASTROS II da brasileira AVIBRAS, que atinge 80 km. A munição SS-80 foi desenvolvida especialmente para a Malásia o Exército brasileiro emprega até a SS-60 que atinge 60km.

Porém a grande surpresa e dúvida até o momento foi o anúncio da aquisição do sistema S-300. Chávez procura fechar o espaço aéreo do seu território e pelo alcance do míssil (300km) certamente afeta o espaço aéreo de seus vizinhos.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Brasil ganha espaço e chega ao 10º lugar em preferência do investidor, diz entidade


Relatório é da Sobeet, que acompanha empresas multinacionais.
Economia brasileira se tornou mais internacionalizada que a da Rússia.



O fluxo de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) para o Brasil aumentou 30,3% em 2008 na comparação com 2007, para US$ 45,1 bilhões. Para o período, a média mundial foi de queda de 14,2%, para US$ 1,697 trilhão. O país passou a ocupar a 10ª posição no ranking mundial de ingresso de capitais.

A conclusão é do relatório sobre o volume de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no mundo em 2008, elaborado pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) a partir de dados da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

Entre as economias desenvolvidas, o fluxo de IED teve retração de 29,2%, para US$ 962,3 bilhões. Para as economias em desenvolvimento, o fluxo de investimentos aumentou 17,3% para US$ 620,7 bilhões e, para a América Latina, o crescimento foi de 13,2% para US$ 144,4 bilhões.

Internacionalização

O relatório também aponta que o Brasil se tornou no ano passado a economia mais internacionalizada dos Brics, grupo de países emergentes que inclui Rússia, Índia e China, além do Brasil.

Na proporção entre o estoque de IED realizado e o Produto Interno Bruto (PIB) de cada país, o Brasil apresenta a melhor relação, de 18,3%. Foi a primeira vez que o país superou a Rússia na atração de investimentos comparativamente ao seu PIB. A Rússia, que até então liderava o ranking, teve investimentos equivalentes a 12,7% do seu produto interno em 2008.

Os investimentos na Índia corresponderam à proporção de 9,9% de seu PIB e na China, de 8,7%. Segundo dados da Unctad,a média de investimento estrangeiro no mundo em relação ao PIB global é de 26,9%, o que indica que há um potencial de crescimento considerável para o Brasil e os demais países do grupo Bric.

"Nunca a percepção do investidor estrangeiro foi tão positiva em relação ao Brasil quanto agora", avalia o presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima. Segundo ele, essa melhora na avaliação dos estrangeiros deve-se aos bons fundamentos da economia brasileira, que se mantiveram sólidos mesmo em meio à crise econômica global.

Ranking global

Essa visão das empresas estrangeiras em relação ao Brasil fez com que o país subisse quatro posições no ranking dos principais destinos de investimentos no ano passado.

Em 2007, o Brasil ocupava a 14ª posição nesta lista, com investimentos de US$ 34,6 bilhões. No ano passado, o Brasil subiu para a 10ª colocação, recebendo o ingresso de US$ 45,1 bilhões.

Economias sólidas com as da Alemanha, Canadá e Itália, por exemplo, perderam posições e ficaram atrás do Brasil em 2008. E de acordo com a Unctad, o Brasil deve melhorar ainda mais nesse ranking e atingir o 4º lugar até 2011.

Para Lima, o Brasil deve encerrar este ano recebendo um fluxo de US$ 25 bilhões. "O valor é menor que os dos dois últimos anos, mas superior aos de outros países, que estão caindo tanto ou mais que nós", explicou o presidente da Sobeet.

Uma outra característica do Brasil ressaltada no estudo é que o aumento do IED em 2008 superou o crescimento dos investimentos das empresas nacionais no país, ao contrário do que ocorreu no restante do mundo.

No Brasil, enquanto o IED aumentou 30,3% de 2007 para 2008, o investimento de empresas nacionais na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 13,8%. "Os outros estão vendo o Brasil com um olhar mais favorável que os próprios brasileiros e, além disso, para o resto do mundo, a previsão de crescimento não é tão boa", analisou o presidente da Sobeet.

Suécia oferece dois caças pelo preço de um ao Brasil



O secretário de Defesa da Suécia, Hakan Jevrell, em entrevista coletiva sobre as negociações com o governo brasileiro para compra de caças (Foto: Elza Fiúza/ABr)

Proposta foi anunciada nesta quarta pelo vice-ministro da Defesa do país.
Empresas da França e dos EUA disputam contrato, de US$ 4 bilhões.
O vice-ministro de Defesa da Suécia, Hakan Jevrell, disse nesta quinta-feira (17) que seu país vai oferecer ao Brasil, por meio da fabricante Saab, os caças Gripen pela metade do preço de mercado. A empresa disputa com a norte-americana Boeing e a francesa Dassault o fornecimento de aviões de combate à Força Aérea Brasileira (FAB). O negócio está avaliado em pelo menos US$ 4 bilhões.

"Nós achamos que temos um preço muito, muito favorável. É de comprar dois aviões caças da marca Gripen pelo mesmo preço de um avião dos concorrentes", disse Jevrell. "nós vamos entregar uma proposta ainda melhor que a primeira que entregamos algumas semanas atrás." Ele não revelou o valor de oferta dos caças.

A proposta para que o Brasil possa comprar dois caças pelo preço de um será oficializada até o próximo dia 21 –data-limite fixada pelo Ministério da Defesa para o recebimento de propostas. Jevrell disse que se o caça sueco for o escolhido, o país oferecerá uma "linha de crédito muito atrativa" ao Brasil. Ele deve se reunir ainda nesta tarde com o ministro da Defesa, Nelson jobim, para tratar do assunto.

“A grande diferença entre o nosso produto, que estamos oferecendo ao Brasil, e os outros dois produtos, é que nós estamos oferecendo uma real transferência de tecnologia, uma transferência de tecnologia com a ‘mão na massa’. Nós vamos desenvolver juntos com a indústria brasileira esse caça e vamos vendê-lo para o mundo”, disse o vice-ministro da Defesa da Suécia.



Segundo o vice-ministro sueco, seu país "pode oferecer um programa de desenvolvimento conjunto de uma aeronave, com a Embraer, que tem como principal característica a capacidade de se adaptar às necessidades específicas de cada usuário”.



Ele disse que seu país não busca apenas um comprador. "Buscamos uma parceria estratégica e cooperação de longo prazo para as futuras gerações do poder aéreo e do desenvolvimento industrial”, afirmou Jevrell.
Tecnologia do motor

O modelo sueco usa motores norte-americanos. Jevrell disse que isso não é um problema para o Brasil. “A integração de um motor é muito cara. mas se no futuro o Brasil quiser desenvolver um caça próprio com outro motor, nós vamos mostrar como se integra esse motor. Nós mostramos como integrar o motor num caça supersônico. Depois, se o Brasil quiser escolher outros motores, é possível.”

Segundo ele, o fato de o Gripen ter apena suma turbina –crítica de especialistas ao modelo sueco– é, na verdade, uma vantagem, disse. “Custa menos para operar, o caça não tem que fazer tanta manutenção, não precisa tanta estrutura e é por isso que nós temos um preço imbatível tanto na hora da compra como na hora da manutenção nos próximos 40 anos”, afirmou.

Negociações e ofertas
A oferta sueca acontece depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter dito, durante as comemorações do 7 de Setembro, que as negociações com a França estavam "muito avançadas".

O presidente Lula e seu colega francês, Nicolas Sarkozy, emitiram comunicado conjunto no dia 7 de setembro, durante visita do francês ao Brasil, em que anunciavam a intenção do governo brasileiro negociar a aquisição de 36 caças GIE Rafale.

Dois dias depois, a Embaixada dos Estados Unidos soltou comunicado em que anunciava que o país concordava com a transferência de “tecnologia necessária” dos caças F/A-18, além de prever a montagem dos aviões no Brasil.

O presidente Lula chegou a ironizar a proposta feita pelos EUA, ao ser questionado pelo G1. "Daqui a pouco vou receber de graça [os caças]”, disse.

sábado, 12 de setembro de 2009

Chávez anuncia compra de mísseis russos

FONTE: BBC
Presidente venezuelano diz que 'foguetinhos' têm alcance de 300 Km e serão usados para defesa.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou nesta sexta-feira (11) que o país vai receber em breve mísseis de fabricação russa com alcance de 300 km. "Em breve alguns foguetinhos estarão chegando. E eles não falham", disse Chávez na capital venezuelana, Caracas, após voltar de uma viagem de dez dias por países da África, Ásia e Europa, entre eles a Rússia.

Chávez disse que os mísseis são apenas para uso defensivo. "Não vamos atacar ninguém. Estes são apenas instrumentos de defesa, porque nós vamos defender nosso país de qualquer ameaça, venha de onde vier", afirmou.
Colômbia Crítico feroz dos Estados Unidos, Chávez está envolvido em um impasse diplomático com a Colômbia devido a um acordo militar do país vizinho com o governo americano para a utilização de bases militares em território colombiano.
O presidente venezuelano não disse quantos mísseis encomendou à Rússia. O governo russo vem estreitando seus laços com vários países latino-americanos, entre eles a Venezuela. Em novembro, os dois países realizaram exercícios militares conjuntos no Mar do Caribe.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Conheça os caças que o governo avalia comprar para a Aeronáutica



Boeing, EUA - Modelo F-18 Super Hornet II Geração está em combate há mais de 15 anos. Empresa oferece investir no Brasil a mesma soma em dólares que for paga pela aquisição dos caças.







Saab, Suécia - Empresa defende o caça Grippen como o mais barato na comparação com os concorrentes.







Dassault, França - O fabricante defende que, com o Rafale, o Brasil tem a garantia francesa de transferência de tecnologia num compromisso de longa duração.



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