Ministério Publico Militar

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Salmo 127

1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.

2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem.

3 Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.

4 Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade.

5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Desvalorização da moeda Suéca faz Brasil economizar

O acordo do Brasil com a Suécia para a compra de 36 caças Gripen da Saab poderá gerar uma economia de quase US$ 1 bilhão para o governo brasileiro. Isso porque o contrato, assinado em outubro de 2014, foi feito em coroa sueca. Na época, o montante equivalia a US$ 5,4 bilhões. Com a desvalorização da divisa local, que no ano já soma mais de 12%, o valor do negócio hoje gira em torno de US$ 4,5 bilhões.
Durante as negociações, o Ministério da Defesa também conseguiu reduzir a taxa de juros inicialmente prevista no acordo, que era de 2,54%, para 2,19% ao ano. O financiamento será feito pela SEK, a agência de promoção de exportações do país escandinavo.
As aeronaves serão entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2019 e 2024. Dos 36 caças, 15 serão produzidos no Brasil. Nesta segunda-feira (19), 46 brasileiros começaram a trabalhar no projeto, na Suécia. Dilma prestou uma visita ao grupo na fábrica da Saad em Linkoping, acompanhada de autoridades locais e dirigentes da empresa sueca.
Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

SAAB planeja avião de guerra eletrônica baseado no Gripen

De acordo com Lennart Sindahl, vice-presidente executivo da Saab, e chefe da divisão de aeronáutica da empresa, uma variante de guerra eletrônica baseada no Gripen F (biplace) deve ser desenvolvida nos próximos anos. O executivo, que conversou sobre o assunto com Georg Mader, editor do Defence lndustry Bulletin, não deu muitos detalhes sobre o projeto, mas afirmou acreditar que o mercado terá, em breve, uma demanda por uma aeronave de ataque com capacidades de guerra eletrônica (EW), como faz atualmente o Boeing EA-18G Growler, única aeronave desse ramo em produção atualmente. analisarmos as perspectivas para o futuro da aviação de combate, uma espécie ‘Growler Gripen’ seria um grande diferencial em uma Força Aérea atualizada e cujas ameaças sejam reais”, afirmou Sindahl, salientado que “a SAAB está atenta às necessidades do mercado nesse segmento, enfatizando que essa é uma razões pela qual é muito bom ter o Brasil como parceiro no desenvolvimento do Gripen F. O desenvolvimento do avião de guerra eletrônica pode ser uma forma da Saab aproveitar a plataforma do Gripen F, versão que está sendo desenvolvida somente para atender às necessidades da Força Aérea Brasileira (FAB). Aeronaves EW são operadas por pelo menos dois tripulantes, o piloto e o controlador de sistemas eletrônicos. A função principal dessa nova variante do Gripen seria apoiar outras aeronaves de ataque, fornecendo cobertura eletrônica, além de dar combate a sistemas antiaéreos (SAM) adversários, similar ao desempenhado pelo Boeing EA-18G Growler, que é empregado pela Marinha dos EUA (US Navy) e pela Força Aérea Real Australiana (RAAF). Guerra eletrônica Muitos antes do primeiros tiros e lançamentos de bombas serem realizados em uma guerra moderna, entram em ação os aviões de guerra eletrônica. Essas aeronaves são equipadas com sistemas especiais que enganam radares e anulam o efeito de sensores de busca e ataque por meios de ataques eletromagnéticos. Esses aparelhos também podem interceptar comunicações do inimigo ou até mesmo cortá-las, impedindo ações de defesa combinada.

Fonte:  Cavok

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Esquadrão que Opera Radar Muda para Fronteira com Bolivia

Esquadrão Zagal passa a atuar em Porto Velho.
(Imagem: Agência Força Aérea) 

O Quinto Esquadrão do Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (5º/1º GCC), Esquadrão Zagal, responsável por operar um radar de aproximação PAR 2000 T que atua na vigilância do espaço aéreo brasileiro, está em fase de conclusão da mudança de sua atual sede em Fortaleza (CE) para a Base Aérea de Porto Velho (BAPV), em Rondônia. Essa mudança de sede segue as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END), de 2008, que coloca a região amazônica como prioridade das Forças Armadas. Segundo o comandante do Esquadrão Zagal, major Regilânio Isaias Aguiar de Melo, embora o radar PAR 2000 T seja móvel, a sede não é indiferente. Estar alocado junto a uma unidade operacional de defesa aérea, além de colaborar no treinamento dos controladores de tráfego aéreo, também contribui para a segurança de voo nas aproximações para pouso em caso de condições meteorológicas adversas. As unidades que operam na BAPV são o 2º/3º GAv, Esquadrão Grifo, que voa aviões A-29 Super Tucano, e o 2º/8º GAv, Esquadrão Poti, unidade que opera com helicópteros de ataque AH-2 Sabre.
 
(Imagem: Agência Força Aérea) 

 “A presença do 5º/1º GCC no extremo oeste brasileiro é importante para aumentar a cobertura e a vigilância do espaço aéreo do País. Nossa mudança para Porto Velho pode ser considerada um reforço no âmbito dos esforços desenvolvidos juntamente com outros organismos relacionados ao controle do espaço aéreo”, afirmou o major Aguiar. Devido à mobilidade, a função primordial do radar do Esquadrão Zagal é o deslocamento para áreas onde há uma necessidade pontual de controle. Nesses locais, não existe cobertura de radar devido à quantidade reduzida de tráfego. Em ocasiões como operações militares, grandes eventos ou exercícios operacionais, um dos Grupos de Comunicações e Controle se mobiliza para atender a demanda. É o que deve acontecer, por exemplo, durante as Olimpíadas Rio 2016, quando haverá um fluxo maior de tráfego aéreo em determinados locais.

Aparelhamento da região amazônica
 
O 5º/1º GCC irá se juntar aos Esquadrões Grifo e Poti na BAPV (Imagem: Agência Força Aérea) .

 Nos últimos anos, outras organizações da Força Aérea Brasileira (FAB) seguiram o mesmo caminho rumo à região amazônica. Em 2010, o Esquadrão Poti saiu de Recife (PE) para a BAPV, ocasião em que recebeu os helicópteros AH-2 Sabre, concebidos especificamente para missões de ataque. No mesmo ano, houve a transferência do 1º/4º GAv, Esquadrão Pacau, que opera aviões de combate F-5M, para a Base Aérea de Manaus (BAMN). Já em março de 2015, o então Ministro da Defesa, Jaques Wagner, inaugurou o Destacamento de Aeronáutica de Eirunepé, município de 30 mil habitantes localizado a 1.160 Km de Manaus. Fonte: Tecnologia e Defesa.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Operação Osório é desencadeada na 2ª Brigada de Cavalaria Mecanizada


Alegrete (RS) – O 6º Regimento de Cavalaria Blindado participou da Operação Osório, no contexto do adestramento avançado da 2ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, no período de 5 a 9 de outubro, empregando 235 militares da organização militar. A atividade foi realizada em um ambiente de combate convencional, desenvolvendo-se a partir do Alegrete (RS), em direção ao Passo do Silvestre, culminando com a transposição do Rio Ibicuí e o prosseguimento da tropa até 5 km ao norte da área de travessia, para a conquista do objetivo da Brigada, no município de Itaqui (RS). A Operação foi uma oportunidade de adestrar o Estado-Maior, a Força-Tarefa Blindada valor Subunidade, os sistemas operacionais no nível Unidade (por meio das reuniões de coordenação), a emissão de ordens nos diversos níveis e a confecção dos documentos operacionais previstos. Dentre as atividades realizadas pelo Regimento, destacam-se a concentração dos meios blindados em área previamente definida; a ocupação da uma zona de reunião; a marcha para o combate; o desdobramento das áreas de trens; o adestramento do Pelotão de Exploradores na escolta dos comboios de suprimento; a ativação do Ponto Intermediário Logístico; o emprego da cozinha embarcada em viatura principal e ala; o regime de restrição de consumo de munição, fazendo com que os militares atirassem somente no que vissem e dentro do alcance respectivo para o êxito da ação; incidentes com feridos durante as ações; o deslocamento de 30 km na condição de escurecimento parcial, para ocupação de nova região de destino, e de 14 km na condição de escurecimento total, na aproximação dos meios para área de travessia; e a transposição de pessoal e material em curso d’água (Rio Ibicuí), com uma largura de cerca de 300 metros, utilizando o apoio da 2ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada e elementos do 3º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, de Cachoeira do Sul (RS).





quarta-feira, 14 de outubro de 2015

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