Ministério Publico Militar

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Salmo 127

1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.

2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem.

3 Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.

4 Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade.

5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta.

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sábado, 23 de abril de 2011

FX-2: Rússia quer voltar ao jogo e quer comprar Super Tucanos

Apontada em 2002 e em 2004 como a provável vencedora da disputa entre empresas do setor aeronáutico para venda de caças ao Brasil, a fábrica russa Sukhoi tenta voltar ao jogo em andamento com as outras três concorrentes. A compra das aeronaves pelo governo brasileiro foi tema ontem da conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, logo depois da reunião do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O russo saiu animado da quase meia hora de conversa, porque Dilma respondeu que “o assunto está em aberto”.

Medvedev puxou o assunto perguntando à presidente brasileira se ela havia recebido a carta que ele enviara no último dia 4. O russo oferecia os caças. Ela disse que sim e comentou que “nada estava decidido a esse respeito”. Ministros presentes à reunião entenderam que Dilma vai zerar a corrida para a compra dos aviões, mas o chanceler Antonio Patriota comentou que ela acenou com interesse em retomar o projeto do Sukhoi, porém a conversa não foi conclusiva. “O tema da cooperação militar, de defesa, também foi levantado no encontro com o primeiro-ministro da Índia. Eles estão interessados em adquirir caças de treinamento, além de uma proposta de compra de nove aviões tucanos da Embraer, que já está sendo negociada há algum tempo”, afirmou Patriota.




A compra dos caças foi um dos primeiros projetos que a presidente Dilma tirou da bandeja de assuntos urgentes e colocou sobre a mesa de estudos para analisar melhor antes de tomar uma decisão. Afinal, o projeto F-X 2, da compra de 36 caças, envolve e uma série de cláusulas que precisam de uma negociação exaustiva, caso, por exemplo, da transferência de tecnologia.

Ao longo do segundo mandato do presidente Lula, os caças Rafale (França), Super Hornet (EUA) e o Grippen (Suécia) travaram uma disputa em que, a cada ano, um estava mais acima que os outros dois concorrentes. Primeiro, foi o caça sueco, Grippen, apontado como o favorito pelas autoridades aeronáuticas. Depois, em setembro de 2009, quando o presidente da França, Nicolas Sarkozy, veio ao Brasil, a bola da vez eram os Rafale. Por último, apareceu o Super Hornet, da Boeing, com um intenso trabalho de propaganda. Diante de tanto vaivém, o presidente russo tenta agora pegar a sua onda nesse projeto.

Se a presidente Dilma decidir mesmo zerar o jogo, como pareceu inclinada para alguns ministros, a compra dos caças pode deixar de ser uma mera decisão e produto para fazer parte da geopolítica nacional. E o fato de a Rússia pertencer ao Brics, grupo ao qual o governo deseja dar uma prioridade em vários assuntos, pode acabar representando uma vantagem. Mas antes de avançar esse sinal, a ordem é conversar com o setor de Defesa. Afinal, se tem algo que a presidente não gosta é avançar num tema sem combinar com o time. A questão dos caças é um deles.

Fonte: Correio Braziliense – Denise Rothenburg, via Blog Cavok

Biocombustíveis revolucionarão a geopolítica mundial. E o Brasil está no centro disso.

Definitivamente não resta mais dúvida alguma que os biocombustíveis vieram para ficar. Uma combinação inédita na história econômica mundial entre, de um lado, uma alta dos preços do barril de petróleo - sustentada por mais de 3 anos, a partir da intervenção americana no Iraque - e, de outro lado, o desenvolvimento de tecnologias de uso que asseguraram conforto e segurança ao consumidor final para mudar de combustível sem maiores traumas. Tudo isso levou-nos ao estágio decisivo em que nos encontramos hoje: o momento crítico para a conquista definitiva da credibilidade e consolidação dos biocombustíveis na matriz energética mundial.

Os biocombustíveis (categoria na qual se encontram incluídos o álcool e o biodiesel, por exemplo) percorrem hoje uma trajetória inexorável rumo ao sucesso. E para isso dispõem de uma estratégia infalível que une a gradualidade de sua oferta e a liberdade de escolha no seu consumo. O sucesso desta estratégia residirá exatamente em (1) não gerar expectativas falsas ou distorcidas para os investidores-produtores (tanto agricultores quanto processadores); (2) manter e estimular tecnologias que permitam ao consumidor escolher facilmente entre o seu combustível habitual e o combustível alternativo.

A gradualidade na inserção do álcool, por exemplo, capaz de gerar suficiente potencial de demanda, tanto no Brasil quanto no mercado externo, inicia-se com a mistura do anidro à gasolina (como antidetonante substituto ao MTBE ou do chumbo). Logo o mercado automotivo (tecnologicamente respaldado pela adoção dos motores flex) tende a buscar a mistura em qualquer proporção ou mesmo a adoção livre de qualquer alternativa de combustível a partir da análise dos parâmetros econômicos locais (escolha regional, ou local).

Neste ponto é importante ressaltar que não se deve considerar a compra de um carro flex como “engodo” sempre que o álcool estiver menos atrativo (como ocorre incidentalmente neste início de 2006). A aquisição de um veículo flex representa, na verdade, a aquisição de um direito de escolha - e não mais, como anteriormente (quando só existiam carros à gasolina ou a álcool), uma opção de que, eventualmente, não se possa lamentar.

Num terceiro estágio desta “invasão” (no bom sentido) dos biocombustíveis no nosso cotidiano, ingressaremos na fase em que, num mesmo país ou região, teremos uma competição acirrada e direta entre produtores e comercializadores de biocombustíveis e combustíveis derivados de petróleo. Não será surpresa, portanto, ver gigantes da agro-indústria confrontando-se de igual para igual com os conglomerados petrolíferos tradicionais ou então as estatais dos países da OPEP na busca pelos mesmos consumidores na bomba. Ou mesmo os próprios conglomerados petrolíferos transacionando biocombustíveis dentro de uma nova e inevitável estratégia comercial pela sua própria sobrevivência.

Tudo isso nos permite até mesmo antever, dentro de mais 15 ou 20 anos, uma gradual reorganização da outrora chamada “geopolítica do petróleo”, que corretamente deverá ser renomeada “geopolítica dos combustíveis” para incluir novas “potências” produtoras como certamente se tornarão países como o Brasil, a Austrália e todo o continente africano, dadas as condições climáticas, abundância de terras cultiváveis e proporção equilibrada entre produção e consumo de petróleo (critério que deixa países como a China ou a Índia em situação não tão confortável).

Do lado do investidor, teremos capitais comparando projetos de exploração em águas profundas com a aquisição de terras para cultivo de cana ou sementes oleaginosas. Se existe algum horizonte visível de estabilização dos preços do petróleo em níveis bem mais razoáveis do que os de hoje (talvez em torno dos 30 dólares por barril) este certamente ocorrerá quando os biocombustíveis entrarem definitivamente em competição direta com o barril de petróleo.

Também do lado do consumo as transformações serão enormes. Sabe-se que, historicamente, o que mais dificultou a substituição do petróleo como “sangue da economia mundial” foi a dificuldade em viabilizar o uso de algum substituto no setor de transportes. Com efeito, algum dia a humanidade reconhecerá o quão sacrificante e lamentável é o fato de ainda queimarmos petróleo para rodar automóveis, caminhões, aviões, trens e navios quando necessitamos dele para fins muito mais nobres e difíceis de substituir como a petroquímica, por exemplo.

O advento da viabilidade dos biocombustíveis enfim traz consigo a certeza de que as reservas mundiais de petróleo remanescentes deverão ter uma utilidade bem mais nobre do que aquelas de que dispusemos até hoje.

Portanto, se há um grande acerto de proporções históricas na política setorial (petróleo/biocombustíveis) do atual Governo brasileiro é o incentivo (que deve ser efetivo e não apenas retórico) ao desenvolvimento da cadeia produtiva dos biocombustíveis. Só não podemos começar a falhar logo no quesito credibilidade - como às vezes fazem-nos lembrar as políticas seletivas dos produtores de álcool ou as tentações intervencionistas do Governo, pois do contrário traumatizaremos produtores, comercializadores e, principalmente, consumidores. Isso colocaria em risco uma estratégia que pode levar o Brasil a liderar uma verdadeira revolução da geopolítica econômica mundial a partir da sua posição privilegiada de auto-suficiência em petróleo combinada com o seu potencial de futuro provedor mundial de biocombustíveis.

Na mosca, por enquanto...

O boletim de imprensa do Sindicomb (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Município do Rio de Janeiro), assinado pela “jornalista-especialista” Katia Perelberg, registra que, passado mais de um mês da marcação do álcool anidro - determinada por portaria da ANP - o resultado inicial parece ser positivo: as vendas do álcool hidratado já apresentam resultados significativamente superiores aos meses anteriores. Ponto para a Superintendência de Abastecimento da agência, que foi buscar solução técnica criativa para diminuir o milagre do “álcool molhado”, e prova de que bons reguladores não precisam de “ouvidores governamentais” nem de “contratos de gestão” para detectar e combater ações anti-competitivas e lesivas ao Fisco e ao consumidor.

FONTE: O GLOBO ON LINE

O Brasil e a geopolítica dos grandes

"O Brasil contou, nesse período recente, com a liderança política de um presidente que transcendeu o país, e projetou mundialmente sua imagem e influência carismática"

Uma análise recente de José Luís Fiori aponta um ângulo interessante para se considerar a articulação do jogo geopolítico no futuro: foi-se o tempo dos pequenos países conquistadores – como Portugal, Inglaterra, Espanha e, mais remotamente, Itália (Roma) –, daqui para frente o sistema mundial dependerá de um jogo de poder entre os grandes países continentais, como foram os EUA e agora serão a China, a Rússia, a Índia e o Brasil, excluindo-se a União Européia enquanto não constituir um Estado único. Trocando em miúdos: qualquer candidato a superpotência precisa ser de tamanho grande.

Neste jogo, os EUA já ocupam o epicentro e lideram a expansão do sistema mundial, mas os outros quatro países possuem, por si só, cerca de um quarto do território e quase um terço da população mundial. Todos disputam hegemonias regionais e já projetam seu poder econômico ou diplomático para fora de suas regiões. Na próxima década, espera-se que a Rússia reconquiste seu antigo território e zona de influência imediata; que a expansão global da China mantenha-se no âmbito econômico e diplomático; e que a Índia continue envolvida com a construção de barreiras e alianças para proteger suas fronteiras, ameaçadas ao norte pelo Paquistão e pelo Afeganistão e, ao sul, pelo novo poder naval da China.

Nessa perspectiva, comparado com esses três “países continentais”, o Brasil tem menor importância econômica do que a China e muito menor poder militar do que a Rússia e a Índia. Mas, ao mesmo tempo, o Brasil é o único entre eles situado numa região sem disputas territoriais com vizinhos, razão pela qual é o país com maior potencial de expansão pacífica dentro da sua própria região. Além disso, o Brasil desfruta da condição de “potência desarmada”, posto estar situado na zona de proteção militar incondicional dos Estados Unidos. Por isso, a expansão da influência brasileira tem seguido até aqui a trilha já percorrida pelos Estados Unidos e por seus antepassados europeus.

Além disso, é fundamental destacar que o Brasil contou, nesse período recente, com a liderança política de um presidente que transcendeu o país, e projetou mundialmente sua imagem e influência carismática. Como ocorreu, num outro momento e situação, com a liderança mundial de Nelson Mandela, que foi muito além do seu poder real e da influência internacional da África do Sul.

Assim, pode-se prever que o fim do mandato do presidente Lula representará, inevitavelmente, uma perda no cenário internacional, como aconteceu com a saída de Nelson Mandela. Com a diferença de que o Brasil já está objetivamente muito à frente da África do Sul. Assim mesmo, para seguir adiante com um caminho já traçado, o Brasil terá que fazer duas opções fundamentais a longo prazo:

1) Terá que decidir se aceita ou não a condição de “aliado estratégico” dos Estados Unidos, da Inglaterra e da França – com direito de acesso à tecnologia de ponta, mas mantendo-se na zona de influencia e decisão militar dos Estados Unidos.

2) Caso contrário, o Brasil terá que decidir se quer ou não construir uma capacidade autônoma de sustentar suas posições internacionais com seu próprio poder militar. Sendo assim, o Brasil terá que definir a sua visão e o seu projeto de transformação do sistema mundial, ainda que aceitando sua “matriz originária européia”, mas sem contar com nenhum “mandato” ou “destino” (revelado por Deus ou quem quer que seja) para converter, civilizar ou conquistar os povos mais fracos do sistema.

De qualquer forma, uma coisa é certa: o Brasil já se mobilizou internamente e estabeleceu nexos, dependências e expectativas internacionais muito extensas, num jogo de poder que não mais admite recuos. Nessa altura, qualquer retrocesso custará muito caro à história e ao povo brasileiro.

Resumindo: o avanço geopolítico do Brasil deve passar necessariamente pela consolidação da sua soberania política no interior do próprio território. E, para tanto, o país precisa neutralizar a ação das suas elites eternamente entreguistas, preferencialmente, pelo voto direto, pela via democrática.

*A escritora paulistana Márcia Denser publicou, entre outros, Tango fantasma (1977), O animal dos motéis (1981), Exercícios para o pecado (1984), Diana caçadora (1986), A ponte das estrelas (1990), Toda prosa (2002 - Esgotado), Caim (Record, 2006), Toda prosa II - obra escolhida (Record, 2008). É traduzida na Holanda, Bulgária, Hungria, Estados Unidos, Alemanha, Suíça, Argentina e Espanha (catalão e galaico-português). Dois de seus contos - "O vampiro da Alameda Casabranca" e "Hell's Angel" - foram incluídos nos Cem melhores contos brasileiros do século, organizado por Ítalo Moriconi, sendo que "Hell's Angel" está também entre os Cem melhores contos eróticos universais. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, é pesquisadora de literatura e jornalista. Foi curadora de literatura, até outubro de 2010, da Biblioteca Sérgio Milliet em São Paulo.

FONTE: http://congressoemfoco.uol.com.br/coluna.asp?cod_canal=14&cod_publicacao=32152&filha=1

A Cavalaria do EB se reequipa

A movimentação dos novos e antigos blindados do Exército

Em 18 de junho de 2007, o Exército Brasileiro (EB) publicou a Portaria Nº 88-EME que aprovava a Diretriz de Implantação do Projeto Leopard 1. Dentre outras coisas, ela determinava o seguinte:

1º Os novos carros de combate (CC) Leopard 1A5 equipariam os Regimentos de Carros de Combate (RCC);
2º Os antigos CC Leopard 1Be equipariam os Regimentos de Cavalaria Blindados (RCB);
3º Os CC M41-C Caxias e M60A3 TTS seriam retirados da ativa e aguardariam a baixa.

O objetivo dessa portaria era padronizar a força blindada com os CC Leopard 1, pois com a aquisição de 220 Leopard 1 A5 seria possível equipar todos os quatro RCC. Além disso, em teoria, o numero de Leopard 1Be em operação seria suficiente para dotar os 4 RCB existentes. Todavia, o elevado desgaste dos Leopard 1Be e o alto custo de sua recuperação tornou aquela diretiva obsoleta antes mesmo de sua implantação e obrigou o EB a rever as mudanças propostas para a sua força blindada.

Os Leopard 1Be, sem condições operacionais (adquiridos da Bélgica na década de 1990), estão sendo recolhidos ao Parque de Material de Santa Maria (RS) para serem desmontados e utilizados como peças de reposição para os operacionais, assim como para os recém chegados 1A5. Pelo menos 80 estão previstos para serem desativados e, alguns deles, destinados para serem utilizados como monumentos em vários municípios bem como fazer parte do acervo de museus. Está planejado que 36 Leopard 1Be serão mantidos operacionais e distribuídos nos três RCB da Região Sul: o 4º RCB, de São Luiz Gonzaga; o 6ºRCB, de Alegrete; e o 9ºRCB, de São Gabriel, todos no Estado do Rio Grande do Sul. Devido ao baixo numero de Leopard 1 disponível, foi adiada a desativação dos M60A3 TTS e 28 destes seguiram para o 20º RCB, de Campo Grande (MS). Cada um dos RCB do Sul receberá um esquadrão de Leopard 1 A5, para completar seu quadro e elevar o moral da tropa, já que, em tese, é o equipamento mais moderno em uso pelo EB. Com essas mudanças no quadro dos RCB, os RCC tiveram a quantidade de Leopard 1A5 diminuída de 54 para 41 carros, equipando três esquadrões com 13 carros cada, ficando o Esquadrão de Comando e Serviços com dois carros.

Atualmente,os Leopard 1A5 se encontram em fase de conversão, e neste semestre estão programados para ocorrerem pelo menos quatro testes de tiro real, com o apoio de técnicos alemães, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), conhecido como Campo de Saicã, em Rosário do Sul (RS).

A chegada dos Leopard 1A5 também fez com que o EB mudasse sua cultura de implantação de equipamentos desse tipo. Eles serão entregues às suas respectivas unidades somente quando todos já estiverem no inventário do EB e as equipes de manutenção das unidades que vão empregá-los tiverem sido treinadas e consideradas aptas para a sua manutenção, com previsão para que isso ocorra apenas em 2012. Até lá, alguns M41-C ainda continuarão em atividade, sendo que nove deles, pertencentes ao 4º RCB, foram recentemente revisados.

FONTYE: TECNOLOGIA E DEFESA

Saab oferece sistema para vigiar a ‘Amazônia Azul’

Em nota, a Saab informou que está na corrida para o fornecimento do sistema de proteção da ‘Amazônia Azul’ do Brasil, que promete ser um dos maiores programas de segurança marítima do mundo. A nota, publicada imediatamente antes da LAAD 2011, afirmava que a empresa realizaria encontros a respeito durante a exposição.

Segundo a empresa, seu portfólio inclui produtos, sistemas e soluções para praticamente todos os desafios de controlar essa imensa área marítima. Ameaças como terrorismo, pirataria, poluição, contrabando, pesca ilegal e outras demandam soluções de vigilância com a capacidade de detectar, identificar e acompanhar cada uma delas.

A oferta da Saab traz produtos e sistemas baseados em tecnologia confiável, derivados da experiência da empresa em guerra centrada em redes. Entre eles, os sistemas de transponder para identificação automática de navios, o sistema de alerta antecipado e controle aerotransportado Erieye, que além de oferecer respostas rápidas e detecção precisa de ameaças, também fornecem apoio a operaçõesde busca e salvamento, de proteção ambiental e de resposta a desastres naturais.

Outras soluções estão na área de comunicações, oferecendo conectividade e interoperabilidade. Sistemas de vigilância subaquática, Veículos Aéreos Não Tripulados de médio alcance, radares e centros de comando completos também são oferecidos pela empresa, assim como sistemas C4I navais expansíveis, sensores e armas operadas remotamente e sistemas optrônicos para acompanhamento e direção de tiro.

Ainda segundo a empresa, a oferta incluirá a transferência de um amplo espectro de tecnologias e ‘know-how’ para parceiros industriais e institucionais no Brasil. A empresa destaca a decisão de instalar no país um Centro de Pesquisa e de Inovação Sueco-Brasileiro, em São Paulo.

FONTE: SAAB
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